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Divulgado retrato falado de segundo suspeito por agulhadas

Divulgado retrato falado de segundo suspeito por agulhadas


Aproximadamente 190 pessoas procuraram atendimento médico com relatos de ferimentos por agulhas durante o Carnaval

A Polícia Civil divulgou, nesta segunda-feira (11), o retrato falado do segundo suspeito de envolvimento no caso em que foliões relataram ter sido agredidos por agulhas de seringa durante o carnaval, na região metropolitana do Recife. 

O homem descrito por uma das vítimas aparenta ter 25 anos e foi visto durante o domingo (3), em Olinda. Ele foi visto duas vezes pela vítima, que relatou que o suspeito estava vestido de anjo.

"A vítima relatou ter sentido a agulhada, mas não viu nenhum objeto. Ela só percebeu a coincidência quando uma amiga sentiu a agulhada e a vítima viu o mesmo rapaz", conta a perita papiloscopista Solange Silva, responsável pela confecção do segundo retrato falado.

Aproximadamente 190 pessoas procuraram atendimento médico com relatos de ferimentos por agulhas. Todas elas foram atendidas no Hospital Correia Picanço, no bairro da Tamarineira. A unidade não revelou o resultado dos exames. 

O homem retratado nessa segunda imagem foi visto duas vezes pela vítima. Segundo o relato, ele estava vestido de anjo. A vítima relatou ter sentido a agulhada, mas não viu nenhum objeto. E só percebeu a coincidência quando uma amiga sentiu a agulhada e viu que se tratava do mesmo rapaz.

Até esta segunda (11), a Polícia Civil registrou sete boletins de ocorrência. A polícia não descarta a possibilidade de haver mais pessoas envolvidas.

O retrato falado de outro suspeito foi divulgado na sexta (8). Uma das pessoas que foi à polícia conseguiu descrever a fisionomia que gerou o retrato falado. De acordo a perícia, o homem deve ter em torno de 30 anos.

As pessoas que reconhecerem qualquer um dos supeitos ou tiverem qualquer informação sobre o caso podem comparecer a qualquer uma das unidades de polícia para registrar o Boletim de Ocorrência. Também é possível ligar para o número do Disque-Denúncia - 3421.9595 - ou entrar em contato com a delegacia de Rio Branco, responsável pelo caso, pelo telefone 3184.3452. 

Uma unidade móvel segue instalada no Hospital Correia Picanço, para atender possíveis vítimas. O crime de expor a vida de outra pessoa em risco por transmissão de moléstia grave, previsto no artigo 131 do Código Penal Brasileiro, prevê pena de reclusão em regime fechado, de até quatro anos, não descartando a hipótese do cometimento de crimes ainda mais graves.

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