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Com casas de swing fechadas, suruba rola solta em Parque no Distrito Federal (IMAGENS)

Com casas de swing fechadas, suruba rola solta em Parque no Distrito Federal (IMAGENS)

Data de Publicação: 24 de março de 2021 10:45:00
Encontros marcados em grupos fechados de WhatsApp driblam o lockdown e são movidos pela adrenalina do sexo explícito em áreas públicas

O flerte com o perigo, a adrenalina e o sexo sem compromisso com desconhecidos incendeiam as noites no Parque da Cidade. O lockdown imposto pelo Governo do Distrito Federal (GDF) não impediu que casais adeptos do swing transformassem estacionamentos, áreas com churrasqueiras e até bancos de concreto em motéis ao ar livre, onde o sexo é rápido, sem palavras e, algumas vezes, violento.

Já que a pandemia provocou o fechamento temporário das casas especializadas em receber e promover festas para homens e mulheres que circulam no meio liberal, os aficionados por troca de casais buscaram outras alternativas para manter o fetiche a todo vapor. Os encontros são organizados em grupos fechados de WhatsApp, com reuniões fortuitas e decididas em poucas horas. Os amantes do swing escolhem pontos específicos para movimentar as surubas noturnas.

Um deles é o Estacionamento 8, onde as vagas delimitadas são ocupadas por veículos com casais dentro. Muitos participantes abrem as portas dos carros, ligam os faróis e se aproximam para “analisar” se há interesse em realizar a troca. Geralmente, os encontros ocorrem depois das 20h. O sexo começa ali, com as mulheres se escorando nas portas, deitando parcialmente nos bancos dianteiros ou até no meio da vegetação.

   

 
Sexo e churrasco

Outro ponto do Parque da Cidade preferido pelo público swinger fica completamente deserto à noite. Protegidas pelos pinheiros que existem na área, as churrasqueiras são usadas como refúgio para as transas casuais. Invariavelmente dois, três ou até quatro casais se aventuram no escuro e ficam nus no local.

Alguns chegam a fazer festinhas, assar carne, tomar cerveja e regam o evento com muito sexo e troca de casais. “É um lugar que durante a noite, mesmo sem a pandemia, fica extremamente deserto. Se tiver um casal lá, a notícia corre rápido pelos grupos e logo aparecem outros”, contou um homem solteiro que costuma aparecer no local para tentar conseguir uma transa.

Além dos casais, existem grupos de homens que conhecem a rotina sexual nos pontos e orbitam no entorno aguardando o momento de serem convidados a participar. Motoboys que estão no meio do expediente chegam a parar as motos e sequer tiram o capacete. Alguns dão sorte e conseguem tirar uma casquinhas durante as orgias.

 

Com casas de swing fechadas, suruba rola solta em Parque no Distrito Federal (IMAGENS)

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